domingo, 30 de novembro de 2008


AVALIAÇÃO DAS AULAS DE TECNOLOGIA E, AUTO-AVALIAÇÃO
Desde o início desse semestre o Blog me ajudou bastante, principalmente pela facilidade que agora tenho de mexer em blogs, pois jamais pensei ter uma página pessoal na Internet. A oportunidade de aprofundar meus conheciamentos referentes ao BLOG, por meio da disciplina foi fantástica. Aprendi muito, muito mesmo, pois até então tinha um conhecimento básico, sem explorar muitos recursos. Apesar da disciplina estar terminando, percebo que vou continuar estudando, pois quero continuar aprendendo ainda mais, partilhando com meus colegas da faculdade.
Mais uma vez ficou claro que a incorporação das tecnologias educacionais só acontecem por meio da interação, da troca, da mediação do professor. Sendo que a mediação com a professora Katya foi ótima, ela esteve sempre muito presente, bem como, a interação com todos os colegas de turma, foram de suma importância.
A criação do blog de aprendizagem colaborativa foi importantíssimo, pois por meio do estudo de textos, análise de site e seminários, cada grupo tem agora disponível tantos outros recursos, os quais podemos continuar aprofundando nossos conhecimentos, pois devido ao curto espaço de tempo da disciplina, não tivemos a oportunidade de conhecer todos os recursos de cada blog colaborativo, mas podemos continuar as postagens nas férias.
Para mim foi gratificante fazer a disciplina, e o mais importante ainda por ter a liberdade de poder estar buscando também aquilo que para nós, cada um de forma individual era importante, como por exemplo a utilização de recursos tecnologicos em nosso dia-a-dia.
BEIJOS PARA TODOS! E UMA EXCELENTE FÉRIAS :)

quinta-feira, 16 de outubro de 2008



REFLEXÕES SOBRE OS SEMINÁRIOS

Certamente esta atividade de seminários foi muito válida, pois aprendemos a trabalhar em equipe e aprendemos mais sobre o nosso tema e os demais também.
Os seminários são muito bons porque nos incentiva a buscar e estudar, ou seja, ir procurar informações, o que nos leva a transformação.

Cheguei a conclusão que vale a pena o esforço, a dedicação. Valeu a busca...

sexta-feira, 10 de outubro de 2008


A professora nos propôs um trabalho em grupo sobre uma reportagem da revista nova escola do mês de setembro de 2008. Tecnologia: o melhor do computador.
Enviar para o e-mail katyagarabetti@gmail.com, contendo dois pontos em comum e duas divergências entre a reportagem e o texto da Sancho.
REPORTAGEM:Tecnologia: o melhor do computador
Assim dá certo
1 Escolher conteúdos Eleger e estudar os conteúdos que serão apresentados ou aprofundados na sala de informática é essencial para que a aula seja objetiva e produtiva. Além disso, faz com que o professor se sinta mais seguro na hora da aula.

2 Selecionar programas Com o conteúdo escolhido, é hora de encontrar os programas e sites mais apropriados para atingir as metas de aprendizagem. Se a aula é de redação, um editor de textos é uma boa opção.

3 Fazer o roteiro da aula Todas as atividades precisam ser bem estruturadas e bem planejadas, prevendo momentos de pesquisa, de visualização do conteúdo estudado e de troca de informações. Isso evita a dispersão.

4 Incentivar a interação Os alunos devem interagir para construir conhecimento. Para tanto, que tal criar blogs, e-mails e fóruns?

5 Usar jogos educativos Os desafios propostos pelos softwares e jogos virtuais estimulam os jovens e complementam a aula de forma lúdica.

6 Explorar o audiovisual A internet e os programas educativos oferecem vídeos e animações que favorecem o aprendizado. Use-os!

7 Permitir que o aluno crie Publicar textos em blogs ou sites e fazer apresentações em slides torna o estudante produtor de conteúdo e de conhecimento.

8 Evitar a desatenção Para a turma não perder o foco da aula, vale bloquear o acesso a sites de relacionamento, salas de bate-papo e programas de mensagens que não sejam coerentes com o conteúdo ensinado.

9 Criar espaço lúdico Todos precisam ficar à vontade na sala de informática. Por isso, coloque nas paredes cartazes, mapas, ilustrações e trabalhos dos alunos, criando um ambiente acolhedor e rico em informações.

10 Preparar-se bastante Você se sentirá mais seguro na sala de informática se aprender a usar a máquina, a internet e os programas básicos. Além disso, terá melhores resultados.

Assim não dá
1 Dar aula só de informática O objetivo das aulas na sala de informática não deve ser formar técnicos, mas melhorar o aprendizado. Por isso, evite o uso do espaço apenas para ensinar a operar programas.

2 Não ter planejamento A falta de objetivos claros faz com que tanto professor como alunos percam o foco, comprometendo o aprendizado.

3 Achar que a turma sabe tudo Embora os jovens sejam espertos quando o assunto é informática, é um erro supor que todos dominem as ferramentas com a mesma destreza. Não deixe de ensinar como operar os programas básicos. Dessa forma, os menos plugados conseguirão acompanhar as aulas.

4 Usar a sala para distração Computador na escola tem de estar voltado somente para a aprendizagem. Se a garotada usar o laboratório no período entre aulas, vai associá-lo somente ao lazer.

5 Liberar o entretenimento Sites de relacionamento, download de músicas e jogos eletrônicos dispersam o aluno durante a aula

6 Deixar os alunos sozinhos Sem mediação, eles iniciarão bate-papos e ainda poderão acessar conteúdos impróprios.

7 Censurar demais Se for para encontrar páginas e ferramentas sobre o tema da aula, não cerceie a liberdade da turma na hora de navegar na internet.

8 Ter poucas máquinas As atividades ficam prejudicadas quando os estudantes não usam o computador de forma igualitária. O ideal é ter um equipamento para cada dois alunos. Assim, todos terão a chance de operá-lo durante a aula.

9 Ver o micro como rival Se você tiver medo da tecnologia e dos avanços que ela traz, jamais vai enxergá-la como uma fonte de conhecimento e informação. Quando bem utilizada, a tendência é que ela vire aliada, em vez de concorrente.

10 Usar equipamento ruim Computadores muito lentos e defasados sempre causam frustração e perda do interesse por parte dos alunos. Evite-os.




quinta-feira, 2 de outubro de 2008


HOJE COMEÇA AS APRESENTAÇÕES DOS SEMINÁRIOS
As vantagens dos seminários é que nós aprendemos um pouco mais sobre todos os assuntos apresentados.
Todos os grupos fizeram boas apresentações!

quinta-feira, 25 de setembro de 2008


Todas as pessoas que quizerem dar um olhadinha no meu blog e deixarem um comentário fiquem a vontade!!!

Esta aula foi destinada para que os grupos terminassem os trabalhos.

Conseguimos concluir o nosso trabalho com sucesso, os slides ficaram bem elaborados. Dividimos o trabalho em partes, cada componente do grupo ficou de explicar um pouco sobre a nossa pesquisa. O trabalho foi bastante intenso, agradável para uns, estressante para outros. Mas creio que no final o resultado tenha sido positivo. Conseguimos afirmar nossa presença, mostrando que somos capazes de realizar atividades criativas e de contribuir com qualidade e diversidade para o processo de aprendizagem.

A nossa apresentação do seminário será semana que vem. BOA SORTE!!!

sexta-feira, 19 de setembro de 2008


Esta foi a nossa 6ª aula. Muito significativa. Pois, nas aulas de Tecnologia estou me organizando melhor. Tenho visto as aulas como um processo contínuo de comunicação e de pesquisa, onde tenho construido o meu conhecimento em um equilíbrio entre o individual e o grupal, entre o professor-coordenador-facilitador e os alunos-participantes ativos.
As aulas de Tecnologia nos propicia interações mais amplas, que combinam o presencial e o virtual.
O nosso trabalho sobre o Perrenoud está quase concuído, não conseguimos terminar tudo hoje porque faltaram duas componentes do grupo.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008




INTERESSANTE!!!

Perrenoud: o pensador dos ciclos

Site EducacionalJunho/2004Por Diogo Dreyer e Luca Rischbietercapturado em 07/09/2005 de http://www.dpitecnologia.com.br/dpinewsartigo77.htm


Philippe Perrenoud, um dos principais pensadores da educação moderna, falou sobre como o sistema de ciclos de aprendizagem deveria ser utilizado — colocando em dúvida até mesmo as competências transversais — e suas impressões sobre o Brasil.Philippe Perrenoud, de acordo com sua própria definição, não é pedagogo, mas um sociólogo interessado pela Pedagogia, cujo principal objetivo é melhorar a compreensão dos processos educativos. E é isso que esse suíço, nascido em 1944, faz com muito êxito desde o início da década de 1970, quando começou a pesquisar a fabricação das desigualdades e do fracasso escolar. Professor das áreas de currículo escolar, práticas pedagógicas e instituições de formação na Universidade de Genebra, onde se tornou pesquisador e teórico rigoroso, Perrenoud vem contribuindo não apenas para uma melhor compreensão do que acontece na escola, mas também para a mudança de seu funcionamento, na tentativa de torná-la cada vez menos injusta e desigual.Seu nome é sempre lembrado em qualquer discussão séria sobre temas como a formação (de alunos e professores) para as competências, ciclos escolares e pedagogia diferenciada. No Brasil, suas idéias sempre exerceram grande influência. É referência essencial para educadores em todo o país e praticamente fonte única para pesquisadores em educação e assessores em políticas educacionais. Seu pensamento serve de base para os novos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) e o Programa de Formação de Professores Alfabetizadores (Profa), estabelecidos pelo MEC durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. Não é à toa que o sociólogo é um dos autores mais lidos no país. A editora Artmed é a responsável, no Brasil, pela tradução e publicação de 11 livros de sua autoria.

Livros recentes do autor traduzidos para o português

PERRENOUD, Philippe. Ofício de aluno e sentido do trabalho escolar. Porto: Porto Editora, 1995. Pedagogia diferenciada: das intenções à ação. Porto Alegre: Artmed, 1999. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens. Porto Alegre: Artmed, 1999. Construir as competências desde a escola. Porto Alegre: Artmed, 1999. Dez novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2000.Por que construir competências a partir da escola? Desenvolvimento da autonomia e luta contra as desigualdades. Porto: ASA Editores. Ensinar: agir na urgência, decidir na incerteza. Porto Alegre: Artmed, 2001.A pedagogia na escola das diferenças: fragmentos de uma sociologia do fracasso. Porto Alegre: Artmed, 2001. A prática reflexiva no ofício de professor: profissionalização e razão pedagógicas. Porto Alegre: Artmed, 2002. Aprender a negociar a mudança em educação: novas estratégias de inovação. Porto: ASA Editores, 2002. Os ciclos de aprendizagem: um caminho para combater o fracasso escolar. Porto Alegre: Artmed, 2004.

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Hoje seria a 6ª aula de Tecnologia, mais conforme foi combinado que na semana passada teria 2 aulas de Informática e hoje dia 11/09 2 aulas de Ética, assim foi feito!

 
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