domingo, 30 de novembro de 2008


AVALIAÇÃO DAS AULAS DE TECNOLOGIA E, AUTO-AVALIAÇÃO
Desde o início desse semestre o Blog me ajudou bastante, principalmente pela facilidade que agora tenho de mexer em blogs, pois jamais pensei ter uma página pessoal na Internet. A oportunidade de aprofundar meus conheciamentos referentes ao BLOG, por meio da disciplina foi fantástica. Aprendi muito, muito mesmo, pois até então tinha um conhecimento básico, sem explorar muitos recursos. Apesar da disciplina estar terminando, percebo que vou continuar estudando, pois quero continuar aprendendo ainda mais, partilhando com meus colegas da faculdade.
Mais uma vez ficou claro que a incorporação das tecnologias educacionais só acontecem por meio da interação, da troca, da mediação do professor. Sendo que a mediação com a professora Katya foi ótima, ela esteve sempre muito presente, bem como, a interação com todos os colegas de turma, foram de suma importância.
A criação do blog de aprendizagem colaborativa foi importantíssimo, pois por meio do estudo de textos, análise de site e seminários, cada grupo tem agora disponível tantos outros recursos, os quais podemos continuar aprofundando nossos conhecimentos, pois devido ao curto espaço de tempo da disciplina, não tivemos a oportunidade de conhecer todos os recursos de cada blog colaborativo, mas podemos continuar as postagens nas férias.
Para mim foi gratificante fazer a disciplina, e o mais importante ainda por ter a liberdade de poder estar buscando também aquilo que para nós, cada um de forma individual era importante, como por exemplo a utilização de recursos tecnologicos em nosso dia-a-dia.
BEIJOS PARA TODOS! E UMA EXCELENTE FÉRIAS :)

quinta-feira, 16 de outubro de 2008



REFLEXÕES SOBRE OS SEMINÁRIOS

Certamente esta atividade de seminários foi muito válida, pois aprendemos a trabalhar em equipe e aprendemos mais sobre o nosso tema e os demais também.
Os seminários são muito bons porque nos incentiva a buscar e estudar, ou seja, ir procurar informações, o que nos leva a transformação.

Cheguei a conclusão que vale a pena o esforço, a dedicação. Valeu a busca...

sexta-feira, 10 de outubro de 2008


A professora nos propôs um trabalho em grupo sobre uma reportagem da revista nova escola do mês de setembro de 2008. Tecnologia: o melhor do computador.
Enviar para o e-mail katyagarabetti@gmail.com, contendo dois pontos em comum e duas divergências entre a reportagem e o texto da Sancho.
REPORTAGEM:Tecnologia: o melhor do computador
Assim dá certo
1 Escolher conteúdos Eleger e estudar os conteúdos que serão apresentados ou aprofundados na sala de informática é essencial para que a aula seja objetiva e produtiva. Além disso, faz com que o professor se sinta mais seguro na hora da aula.

2 Selecionar programas Com o conteúdo escolhido, é hora de encontrar os programas e sites mais apropriados para atingir as metas de aprendizagem. Se a aula é de redação, um editor de textos é uma boa opção.

3 Fazer o roteiro da aula Todas as atividades precisam ser bem estruturadas e bem planejadas, prevendo momentos de pesquisa, de visualização do conteúdo estudado e de troca de informações. Isso evita a dispersão.

4 Incentivar a interação Os alunos devem interagir para construir conhecimento. Para tanto, que tal criar blogs, e-mails e fóruns?

5 Usar jogos educativos Os desafios propostos pelos softwares e jogos virtuais estimulam os jovens e complementam a aula de forma lúdica.

6 Explorar o audiovisual A internet e os programas educativos oferecem vídeos e animações que favorecem o aprendizado. Use-os!

7 Permitir que o aluno crie Publicar textos em blogs ou sites e fazer apresentações em slides torna o estudante produtor de conteúdo e de conhecimento.

8 Evitar a desatenção Para a turma não perder o foco da aula, vale bloquear o acesso a sites de relacionamento, salas de bate-papo e programas de mensagens que não sejam coerentes com o conteúdo ensinado.

9 Criar espaço lúdico Todos precisam ficar à vontade na sala de informática. Por isso, coloque nas paredes cartazes, mapas, ilustrações e trabalhos dos alunos, criando um ambiente acolhedor e rico em informações.

10 Preparar-se bastante Você se sentirá mais seguro na sala de informática se aprender a usar a máquina, a internet e os programas básicos. Além disso, terá melhores resultados.

Assim não dá
1 Dar aula só de informática O objetivo das aulas na sala de informática não deve ser formar técnicos, mas melhorar o aprendizado. Por isso, evite o uso do espaço apenas para ensinar a operar programas.

2 Não ter planejamento A falta de objetivos claros faz com que tanto professor como alunos percam o foco, comprometendo o aprendizado.

3 Achar que a turma sabe tudo Embora os jovens sejam espertos quando o assunto é informática, é um erro supor que todos dominem as ferramentas com a mesma destreza. Não deixe de ensinar como operar os programas básicos. Dessa forma, os menos plugados conseguirão acompanhar as aulas.

4 Usar a sala para distração Computador na escola tem de estar voltado somente para a aprendizagem. Se a garotada usar o laboratório no período entre aulas, vai associá-lo somente ao lazer.

5 Liberar o entretenimento Sites de relacionamento, download de músicas e jogos eletrônicos dispersam o aluno durante a aula

6 Deixar os alunos sozinhos Sem mediação, eles iniciarão bate-papos e ainda poderão acessar conteúdos impróprios.

7 Censurar demais Se for para encontrar páginas e ferramentas sobre o tema da aula, não cerceie a liberdade da turma na hora de navegar na internet.

8 Ter poucas máquinas As atividades ficam prejudicadas quando os estudantes não usam o computador de forma igualitária. O ideal é ter um equipamento para cada dois alunos. Assim, todos terão a chance de operá-lo durante a aula.

9 Ver o micro como rival Se você tiver medo da tecnologia e dos avanços que ela traz, jamais vai enxergá-la como uma fonte de conhecimento e informação. Quando bem utilizada, a tendência é que ela vire aliada, em vez de concorrente.

10 Usar equipamento ruim Computadores muito lentos e defasados sempre causam frustração e perda do interesse por parte dos alunos. Evite-os.




quinta-feira, 2 de outubro de 2008


HOJE COMEÇA AS APRESENTAÇÕES DOS SEMINÁRIOS
As vantagens dos seminários é que nós aprendemos um pouco mais sobre todos os assuntos apresentados.
Todos os grupos fizeram boas apresentações!

quinta-feira, 25 de setembro de 2008


Todas as pessoas que quizerem dar um olhadinha no meu blog e deixarem um comentário fiquem a vontade!!!

Esta aula foi destinada para que os grupos terminassem os trabalhos.

Conseguimos concluir o nosso trabalho com sucesso, os slides ficaram bem elaborados. Dividimos o trabalho em partes, cada componente do grupo ficou de explicar um pouco sobre a nossa pesquisa. O trabalho foi bastante intenso, agradável para uns, estressante para outros. Mas creio que no final o resultado tenha sido positivo. Conseguimos afirmar nossa presença, mostrando que somos capazes de realizar atividades criativas e de contribuir com qualidade e diversidade para o processo de aprendizagem.

A nossa apresentação do seminário será semana que vem. BOA SORTE!!!

sexta-feira, 19 de setembro de 2008


Esta foi a nossa 6ª aula. Muito significativa. Pois, nas aulas de Tecnologia estou me organizando melhor. Tenho visto as aulas como um processo contínuo de comunicação e de pesquisa, onde tenho construido o meu conhecimento em um equilíbrio entre o individual e o grupal, entre o professor-coordenador-facilitador e os alunos-participantes ativos.
As aulas de Tecnologia nos propicia interações mais amplas, que combinam o presencial e o virtual.
O nosso trabalho sobre o Perrenoud está quase concuído, não conseguimos terminar tudo hoje porque faltaram duas componentes do grupo.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008




INTERESSANTE!!!

Perrenoud: o pensador dos ciclos

Site EducacionalJunho/2004Por Diogo Dreyer e Luca Rischbietercapturado em 07/09/2005 de http://www.dpitecnologia.com.br/dpinewsartigo77.htm


Philippe Perrenoud, um dos principais pensadores da educação moderna, falou sobre como o sistema de ciclos de aprendizagem deveria ser utilizado — colocando em dúvida até mesmo as competências transversais — e suas impressões sobre o Brasil.Philippe Perrenoud, de acordo com sua própria definição, não é pedagogo, mas um sociólogo interessado pela Pedagogia, cujo principal objetivo é melhorar a compreensão dos processos educativos. E é isso que esse suíço, nascido em 1944, faz com muito êxito desde o início da década de 1970, quando começou a pesquisar a fabricação das desigualdades e do fracasso escolar. Professor das áreas de currículo escolar, práticas pedagógicas e instituições de formação na Universidade de Genebra, onde se tornou pesquisador e teórico rigoroso, Perrenoud vem contribuindo não apenas para uma melhor compreensão do que acontece na escola, mas também para a mudança de seu funcionamento, na tentativa de torná-la cada vez menos injusta e desigual.Seu nome é sempre lembrado em qualquer discussão séria sobre temas como a formação (de alunos e professores) para as competências, ciclos escolares e pedagogia diferenciada. No Brasil, suas idéias sempre exerceram grande influência. É referência essencial para educadores em todo o país e praticamente fonte única para pesquisadores em educação e assessores em políticas educacionais. Seu pensamento serve de base para os novos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) e o Programa de Formação de Professores Alfabetizadores (Profa), estabelecidos pelo MEC durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. Não é à toa que o sociólogo é um dos autores mais lidos no país. A editora Artmed é a responsável, no Brasil, pela tradução e publicação de 11 livros de sua autoria.

Livros recentes do autor traduzidos para o português

PERRENOUD, Philippe. Ofício de aluno e sentido do trabalho escolar. Porto: Porto Editora, 1995. Pedagogia diferenciada: das intenções à ação. Porto Alegre: Artmed, 1999. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens. Porto Alegre: Artmed, 1999. Construir as competências desde a escola. Porto Alegre: Artmed, 1999. Dez novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2000.Por que construir competências a partir da escola? Desenvolvimento da autonomia e luta contra as desigualdades. Porto: ASA Editores. Ensinar: agir na urgência, decidir na incerteza. Porto Alegre: Artmed, 2001.A pedagogia na escola das diferenças: fragmentos de uma sociologia do fracasso. Porto Alegre: Artmed, 2001. A prática reflexiva no ofício de professor: profissionalização e razão pedagógicas. Porto Alegre: Artmed, 2002. Aprender a negociar a mudança em educação: novas estratégias de inovação. Porto: ASA Editores, 2002. Os ciclos de aprendizagem: um caminho para combater o fracasso escolar. Porto Alegre: Artmed, 2004.

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Hoje seria a 6ª aula de Tecnologia, mais conforme foi combinado que na semana passada teria 2 aulas de Informática e hoje dia 11/09 2 aulas de Ética, assim foi feito!

quinta-feira, 4 de setembro de 2008



5ª aula

Hoje dia 04/09 tivemos aula dupla na sala 29, com a turma A e B.
A professora Katya nos passou o calendário que ficou da segunte maneira:
18/09 - Terminar a apresentação para seminário Perrenoud
25/09 e 02/10 - Apresentação dos seminários
09/10 - Devolutiva dos seminários e blogs
16/10 - Discussão do texto da Sancho - Revisão
24/10 - Avaliação escrita
30/10 - "5 passos" (tirar dúvidas e devolutiva da avaliação)
06 e 13/11 - Apresentação grupos do "5 passos" (entregar impresso)
20/11 - Devolutiva "5 passos" e blog - MÉDIA
Além disso, explicou sobre Software que é qualquer programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído sem nenhuma restrição. E também sobre Hardware que é a parte física do computador, ou seja, é o conjunto de componentes eletrônicos, circuitos integrados e placas, que se comunicam através de barramentos.
Falou sobre jogos, sites dentre outros.
Ainda em relação aos "5 passos" apresentou-nos a proposta adaptada:
-Colocar o site escolhido pelo grupo nas discussões do grupo do google.
- Entregar impresso no dia da apresentação (REFERÊNCIA- ANÁLISE DO SITE- CONSIDERAÇÕES FINAIS), plano de aula.
- Apresentação (ppt) 15 minutos.
Foi uma aula que teve muitas imformações, muitas novidades. Afim de superar algums dúvidas preciso me aprofunfar mais no assunto. Em alguns momentos da aula me senti perdida.






quinta-feira, 28 de agosto de 2008

ANEXO:
Achei esta entrevista do Perrenoud muito interessante por isso resolvir posta-lá aqui no blog para que todos possam ler.

Construindo competências
Entrevista com Philippe Perrenoud, Universidade de Genebra
Paola Gentile e Roberta Bencini
O objetivo da escola não deve ser passar conteúdos,mas preparar - todos - para a vida em uma sociedade moderna

1. O que é competência ? Poderia me dar alguns exemplos ?
Competência é a faculdade de mobilizar um conjunto de recursos cognitivos (saberes, capacidades, informações etc) para solucionar com pertinência e eficácia uma série de situações. Três exemplos :
Saber orientar-se em uma cidade desconhecida mobiliza as capacidades de ler um mapa, localizar-se, pedir informações ou conselhos ; e os seguintes saberes : ter noção de escala, elementos da topografia ou referências geográficas.
Saber curar uma criança doente mobiliza as capacidades de observar sinais fisiológicos, medir a temperatura, administrar um medicamento ; e os seguintes saberes : identificar patologias e sintomas, primeiros socorros, terapias, os riscos, os remédios, os serviços médicos e farmacêuticos.
Saber votar de acordo com seus interesses mobiliza as capacidades de saber se informar, preencher a cédula ; e os seguintes saberes : instituições políticas, processo de eleição, candidatos, partidos, programas políticos, políticas democráticas etc.
Esses são exemplos banais. Outras competências estão ligadas a contextos culturais, profissionais e condições sociais. Os seres humanos não vivem todos as mesmas situações. Eles desenvolvem competências adaptadas a seu mundo. A selva das cidades exige competências diferentes da floresta virgem, os pobres têm problemas diferentes dos ricos para resolver. Algumas competências se desenvolvem em grande parte na escola. Outras não.
2. De onde vem a idéia de competência na educação ? Quando começou a ser empregada ?
Quando a escola se preocupa em formar competências, em geral dá prioridade a recursos. De qualquer modo, a escola se preocupa mais com ingredientes de certas competências, e bem menos em colocá-las em sinergia nas situações complexas. Durante a escolaridade básica, aprende-se a ler, a escrever, a contar, mas também a raciocinar, explicar, resumir, observar, comparar, desenhar e dúzias de outras capacidades gerais. Assimila-se conhecimentos disciplinares, como matemática, história, ciências, geografia etc. Mas a escola não tem a preocupação de ligar esses recursos a certas situações da vida. Quando se pergunta porque se ensina isso ou aquilo, a justificativa é geralmente baseada nas exigências da seqüência do curso : ensina-se a contar para resolver problemas ; aprende-se gramática para redigir um texto. Quando se faz referência à vida, apresenta-se um lado muito global : aprende-se para se tornar um cidadão, para se virar na vida, ter um bom trabalho, cuidar da sua saúde. A onda atual de competências está ancorada em duas constatações :
1. A transferência e a mobilização das capacidades e dos conhecimentos não caem do céu. É preciso trabalhá-las e treiná-las. Isso exige tempo, etapas didáticas e situações apropriadas.
2. Na escola não se trabalha suficientemente a transferência e a mobilização não se dá tanta importância a essa prática. O treinamento, então, é insuficiente. Os alunos acumulam saberes, passam nos exames, mas não conseguem mobilizar o que aprenderam em situações reais, no trabalho e fora dele (família, cidade, lazer etc)
Isso não é dramático para quem faz estudos longos. É mais grave para quem freqüenta a escola somente por alguns anos. Formulando-se mais explicitamente os objetivos da formação em termos de competência, luta-se abertamente contra a tentação da escola :
de ensinar por ensinar, de marginalizar as referências às situações da vida ;
e de não perder tempo treinando a mobilização dos saberes para situações complexas.
A abordagem por competências é uma maneira de levar a sério, em outras palavras, uma problemática antiga, aquela de transferir conhecimentos.
3. Quais as competências que os alunos devem ter adquirido ao terminar a escola ?
É uma escolha da sociedade, que deve ser baseada em um conhecimento amplo e atualizado das práticas sociais. Para elaborar um conjunto de competências, não basta nomear uma comissão de redação. Certos países contentaram-se em reformular os programas tradicionais, colocando um verbo de ação na frente dos saberes disciplinares. Onde se lia "ensinar o teorema de Pitágoras", agora lê-se "servir-se do teorema de Pitágoras para resolver problemas de geometria". Isso é maquiagem. A descrição de competências deve partir da análise de situações, da ação, e disso derivar conhecimentos. Há uma tendência em ir rápido demais em todos os países que se lançam na elaboração de programas sem dedicar tempo em observar as práticas sociais, identificando situações nas quais as pessoas são e serão verdadeiramente confrontadas. O que sabemos verdadeiramente das competências que têm necessidade, no dia-a-dia, um desempregado, um imigrante, um portador de deficiência, uma mãe solteira, um dissidente, um jovem da periferia ? Se o sistema educativo não perder tempo reconstruindo a transposição didática, ele não questionará as finalidades da escola e se contentará em verter antigos conteúdos dentro de um novo recipiente. Na formação profissional, se estabelece uma profissão referencial na análise de situações de trabalho, depois se elaborou um referencial de competências, que fixa os objetivos da formação. Nada disso acontece na formação geral. Por isso, sob a capa de competências, dá-se ênfase a capacidades sem contexto. Resultado : conserva-se o essencial dos saberes necessários aos estudos longos, e os lobbies disciplinares ficam satisfeitos.
4. O sr. poderia dar um exemplo daquilo que é preciso fazer ?
Eu tentei um exercício para identificar as competências fundamentais para a autonomia das pessoas. Cheguei a oito grandes categorias : saber identificar, avaliar e valorizar suas possibilidades, seus direitos, seus limites e suas necessidades ; saber formar e conduzir projetos e desenvolver estratégias, individualmente ou em grupo ; saber analisar situações, relações e campos de força de forma sistêmica ; saber cooperar, agir em sinergia, participar de uma atividade coletiva e partilhar liderança ; saber construir e estimular organizações e sistemas de ação coletiva do tipo democrático ; saber gerenciar e superar conflitos ; saber conviver com regras, servir-se delas e elaborá-las ; saber construir normas negociadas de convivência que superem diferenças culturais. Em cada uma dessas grandes categorias, deveria ainda especificar concretamente grupos de situações. Por exemplo : saber desenvolver estratégias para manter o emprego em situações de reestruturação de uma empresa. A formulação de competências se afasta, então, das abstrações ideologicamente neutras. De pronto, a unanimidade está ameaçada e reaparece a idéia que os objetivos da escolaridade dependem de uma escolha da sociedade.
5.antes de recomendar essas mudanças dentro dos currículos e nas práticas da educação ? A Unesco fez ou seguiu alguma experiência
Eu não tenho uma resposta precisa. O movimento é internacional. Nos países em desenvolvimento as metas não são as mesmas que nos países hiper escolarizados. A Unesco observa que dentre as crianças que têm chance de ir à escola somente alguns anos, uma grande parte sai sem saber utilizar as coisas que aprenderam.
É preciso parar de pensar a escola básica como uma preparação para os estudos longos. Deve-se enxergá-la, ao contrário, como uma preparação de todos para a vida, aí compreendida a vida da criança e do adolescente, que não é simples.
6. Nesse contexto, quais são as mudanças no papel do professor ?
É inútil exigir esforços sobre humanos aos professores, se o sistema educativo não faz nada além de adotar a linguagem das competências, sem nada mudar de fundamental. O mais profundo indício de uma mudança em profundidade é a diminuição de peso dos conteúdos disciplinares e uma avaliação formativa e certificativa orientada claramente para as competências. Como eu disse, as competências não dão as costas para os saberes, mas não se pode pretender desenvolvê-las sem dedicar o tempo necessário para colocá-las em prática. Não basta juntar uma situação de transferência no final de cada capítulo de um curso convencional. Se o sistema muda &emdash; não somente reformulando seus programas em termos de desenvolvimento de competências verdadeiras, mas liberando disciplinas, introduzindo os ciclos de aprendizagem plurianuais ao longo do curso, chamando para a cooperação profissional, convidando para uma pedagogia diferenciada &emdash; então o professor deve mudar sua representação e sua prática.
7. O que o professor deve fazer para modificar sua prática ?
Para desenvolver competências é preciso, antes de tudo, trabalhar por problemas e por projetos, propor tarefas complexas e desafios que incitem os alunos a mobilizar seus conhecimentos e, em certa medida, completá-los. Isso pressupõe uma pedagogia ativa, cooperativa, aberta para a cidade ou para o bairro, seja na zona urbana ou rural. Os professores devem parar de pensar que dar o curso é o cerne da profissão. Ensinar, hoje, deveria consistir em conceber, encaixar e regular situações de aprendizagem, seguindo os princípios pedagógicos ativos construtivistas. Para os adeptos da visão construtivista e interativa da aprendizagem, trabalhar no desenvolvimento de competências não é uma ruptura. O obstáculo está mais em cima : como levar os professores habituados a cumprir rotinas a repensar sua profissão ? Eles não desenvolverão competências se não se perceberem como organizadores de situações didáticas e de atividades que têm sentido para os alunos, envolvendo-os, e, ao mesmo tempo, gerando aprendizagens fundamentais.
8. Quais são as qualidades profissionais que o professor deve ter para ajudar os alunos a desenvolver competências ?
Antes de ter competências técnicas, ele deveria ser capaz de identificar e de valorizar suas próprias competências, dentro de sua profissão e dentro de outras práticas sociais. Isso exige um trabalho sobre sua própria relação com o saber. Muitas vezes, um professor é alguém que ama o saber pelo saber, que é bem sucedido na escola, que tem uma identidade disciplinar forte desde o ensino secundário. Se ele se coloca no lugar dos alunos que não são e não querem ser como ele, ele começará a procurar meios interessar sua turma por saberes não como algo em si mesmo, mas como ferramentas para compreender o mundo e agir sobre ele. O principal recurso do professor é a postura reflexiva, sua capacidade de observar, de regular, de inovar, de aprender com os outros, com os alunos, com a experiência. Mas, com certeza, existem capacidades mais precisas :
saber gerenciar a classe como uma comunidade educativa ;
saber organizar o trabalho no meio dos mais vastos espaços-tempos de formação (ciclos, projetos da escola) ;
saber cooperar com os colegas, os pais e outros adultos ;
saber conceber e dar vida aos dispositivos pedagógicos complexos ;
saber suscitar e animar as etapas de um projeto como modo de trabalho regular ;
saber identificar e modificar aquilo que dá ou tira o sentido aos saberes e às atividades escolares ;
saber criar e gerenciar situações problemas, identificar os obstáculos, analisar e reordenar as tarefas ;
saber observar os alunos nos trabalhos ;
saber avaliar as competências em construção.
9. O que o professor pode fazer com as disciplinas ? Como empregá-las dentro deste novo conceito ?
Não se trata de renunciar às disciplinas, que são os campos do saber estruturados e estruturantes. Existem competências para dominantes disciplinares, para se trabalhar nesse quadro. No ensino primário, é preciso, entretanto, preservar a polivalência dos professores, não "secundarizar" a escola primária. No ensino secundário, pode-se desejar a não compartimentalização precoce e estanque, professores menos especializados, menos fechados dentro de uma só disciplina, que dizem ignorar as outras disciplinas. É importante ainda não repartir todo o tempo escolar entre as disciplinas, deixar espaços que favoreçam as etapas do projeto, as encruzilhadas interdisciplinares ou as atividades de integração.
10. Como fazer uma avaliação em uma escola orientada para o desenvolvimento de competências ?
Não se formará competências na escolaridade básica a menos que se exija competências no momento da certificação. A avaliação é o verdadeiro programa, ela indica aquilo que conta. É preciso, portanto, avaliar seriamente as competências. Mas isso não pode ser feito com testes com lápis e papel. Pode-se inspirar nos princípios de avaliação autêntica elaborada por Wiggins. Para ele a avaliação :
não inclui nada além das tarefas contextualizadas ;
diz respeito a problemas complexos ;
deve contribuir para que os estudantes desenvolvam ainda mais suas competências ;
exigir a utilização funcional dos conhecimentos disciplinares ;
não deve haver nenhum constrangimento de tempo fixo quando da avaliação das competências ;
a tarefa e suas exigências são conhecidas antes da situação de avaliação ;
exige um certa forma de colaboração entre os pares ;
leva em consideração as estratégias cognitivas e metacognitivas utilizadas pelos estudantes ;
a correção não deve levar em conta o que não sejam erros importantes na ótica da construção de competências.
11. Em quanto tempo pode-se ver os resultados dessas mudanças no sistema de ensino ?
Antes de avaliar as mudanças, melhor colocá-las em operação, não somente nos textos, mas no espírito e nas práticas. Isso levará anos se for um trabalho sério. Pior seria acreditar que as práticas de ensino e aprendizagem mudam por decreto. As mudanças exigidas passarão por uma espécie de revolução cultural, que será vivida primeiro pelos professores, mas também pelos alunos e seus pais. Quando as práticas forem mudadas em larga escala, a mudança exigirá ainda anos para dar frutos visíveis, pois será preciso esperar mais de uma geração de estudantes que tenha passado por todos os ciclos. Enquanto se espera, melhor implementar e acompanhar as mudanças do que procurar provas prematuras de sucesso.

12. O que uma reforma como essa no ensino pode fazer por um país como o Brasil ?
Seu país confronta-se com o desafio de escolarização de crianças e adolescentes e da formação de professores qualificados em todas as regiões. E também uma desigualdade frente à escola, com a reprovação e o abandono. A abordagem por competências não vai resolver magicamente esses problemas. Mais grave seria &emdash; já que os programas estão sendo reformados, tirar recursos de outras frentes. Somente as estratégias sistêmicas são defensáveis. Entretanto, não vamos negligenciar três suportes da abordagem por competências, caso ela atenda suas ambições : ela pode aumentar o sentido de trabalho escolar e modificar a relação com o saber dos alunos em dificuldade ; favorecer as aproximações construtuvistas, a avaliação formativa, a pedagogia diferenciada, que pode facilitar a assimilação ativa dos saberes ; pode colocar os professores em movimento, incitá-los a falar de pedagogia e a cooperar no quadro de equipes ou de projetos do estabalecimento escolar. Por isso, é sensato integrar desde já as abordagens por competências à formação &emdash; inicial e contínua &emdash; e à identidade profissional dos professores. Não nos esqueçamos que, no final das contas, o objetivo principal é democratizar o acesso ao saber e às competências. Todo o resto não é senão um meio de atingir esse objetivo.
13. O sr. agora está trabalhando em algum novo projeto ou assunto ?
Eu continuo a trabalhar na transposição didática a partir das práticas, sobre os dispositivos de construção de competências, tanto na escola como na formação profissional no setor terciário da economia. Isso anda paralelo à uma reflexão sobre os ciclos de aprendizagem, a individualização dos percursos, a aproximação modular dos curriculos. Eu trabalho também com estratégias de mudanças e suas aberrações conhecidas, como demagogia, precipitação, busca de lucros políticos a curto prazo, pesos desmedidos de lobbies disciplinares, simplificação, incapacidade de orientar e de negociar mudanças complexas distribuídas ao longo de pelo menos dez anos, dificuldade de definir uma justa autonomia dos estabelecimentos.

Para saber mais
Perrenoud, Ph. (1994) Práticas pedagógicas, profissão docente e formação : perspectivas sociológicas, Lisboa, D. Quixote.
Perrenoud, Ph. (1995) Ofício de aluno e sentido do trabalho escolar, Porto, Porto Editora.
Perrenoud, Ph. (1999) Avaliação. Da Excelência à Regulação das Aprendizagens, Porto Alegre, Artmed Editora.
Perrenoud, Ph. (1999) Construir as Competências desde a Escola, Porto Alegre, Artmed Editora.
Perrenoud, Ph. (1999) Pedagogia Diferenciada, Porto Alegre, Artmed Editora.
Perrenoud, Ph. (2000) Dez Novas Competências para Ensinar, Porto Alegre, Artmed Editora.
Début
Source originale :
http://www.unige.ch/fapse/SSE/teachers/perrenoud/php_main/php_2000/2000_31.html
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4ª aula

A aula de hoje foi muito produtiva. O "nosso grupo" estava bem entrosado com bastante disposição para trabalhar :)

Fizemos algumas pesquisas sobre o nosso tema, lemos o texto do Perrenoud e começamos a montar os slides da nossa apresentação.

A professora Katya nos ensinou a inserir vídeos e músicas nos slides, no baixatube.net.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

3ª aula

A aula de hoje foi destinada para os grupos preparassem a apresentação sobre o capítulo 8 do livro de Perrenoud. Com essa finalidade sentamos todas juntas, aconteceram alguns contra tempo mas no final deu tudo certo, já inicianos o nosso trabalho. Achamos até um vídeo no you tube que vai fazer parte da nossa apresentação.




segunda-feira, 18 de agosto de 2008




2ª aula
Hoje não teve aula de Tecnologia.
Teve uma palestra no auditório da FASB, de um ex-aluna da Faculdade Luciana Cristina K. Lorenzoni, que está fazendo pós-graduação em Filosofia da Educação, o tema da palestra foi PENSAR.
Lipmam visa, estimular a reflexão crítica sobre o papel da filosofia na escola.


24/09/2002 - 02h47

Saiba quem é Matthew Lipman

FLÁVIO FERREIRAfree-lance para a Folha de S.Paulo


Matthew Lipman, antes de dedicar-se a ajudar crianças a fazer filosofia, lutou contra o nazismo no corpo-a-corpo. Ele combateu na Segunda Guerra Mundial servindo em uma divisão de infantaria dos EUA, na França e na Alemanha, o que lhe rendeu duas condecorações.O filósofo iniciou sua carreira acadêmica em renomadas universidades realizando pesquisas sobre arte, estética e metafísica. Graduou-se em filosofia na Universidade de Stanford (Califórnia) em 1948 e obteve o título de doutor na Universidade de Columbia (Nova York) em 1954. Nesta última, passou a ministrar aulas de lógica em 1956, após realizar estudos complementares de pós-graduação na Sorbonne (França).Em Nova York, Lipman realizou suas primeiras experiências de ensino de filosofia para crianças, tendo como substrato teórico as idéias de John Dewey e Lev Vygotsky. Seu trabalho chamou a atenção da comunidade acadêmica e, em 1972, foi convidado a dar aulas na Universidade de Montclair (Nova Jersey). Lá, o filósofo desfrutou de apoio para desenvolver sua inovadora proposta educacional e conheceu sua principal colaboradora, Ann Margareth Sharp.Para difundir o programa "Filosofia para Crianças ­ Educação para o Pensar", Lipman e Sharp fundaram em 1974 o IAPC (sigla, em inglês, para Instituto para o Desenvolvimento da Filosofia para Crianças). A entidade ajudou a promover a implantação do método e centros regionais em mais de 30 países, entre eles: França, Inglaterra, Alemanha, Rússia, Canadá, México, Chile, Argentina, Colômbia, Guatemala, Nigéria, Zimbábue, Israel, Jordânia, Taiwan e Coréia do Sul.Lipman já escreveu 23 livros e teve mais de cem artigos publicados em revistas especializadas em educação. Sua biografia e seu trabalho foram tema de um documentário ("Sócrates para Crianças") produzido em 1990 pela BBC, como um dos episódios da série "Os Transformadores".Lipman visitou o Brasil em julho de 1994, por ocasião do "1o Encontro Nacional de Educação para o Pensar". Na oportunidade, ele se encontrou com assessores do educador Paulo Freire com o objetivo de discutir as semelhanças entre as "comunidades de investigação", que idealizou, e as "comunidades de trabalho", pensadas pelo brasileiro para promover o ensino no país.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008


4º SEMESTRE
Volta as aulas
Hoje foi o primeiro dia de aula de Tecnologia da Educação, infelizmente não conseguir chegar até a Faculdade, porque estava uma chuva muito forte, então resolvir voltar do meio do caminho. É oportuno lembrar que o trânsito também estava pessímo.
Mas no dia seguinte copiei a matéria. Entrei no nosso grupo do google e vi tudo que foi dado na aula. Imprimi a programação do 4º semestre e o texto do Perrenoud, só falta começar a ler :)
Espero não faltar mais em nenhuma aula de Tecnologia, porque o bom é participar da aula.








































sexta-feira, 2 de maio de 2008

11ª aula

Aula hiper produtiva, hoje trabalharmos muito. Discutimos sobre vários assuntos, tiramos dúvidas ainda sobre os seis passos, mapas conceituais e formatação. Algumas coisa já sabia, outras não, aprendi bastante coisas novas. Excelente!!
Semana que vem será a nossa prova escrita, e entrega do blog imprimido, os seis passos vamos entregar depois.
Me senti muito bem na aula :)

quarta-feira, 30 de abril de 2008

10ª aula

Hoje a aula foi bem construtiva, a professora explicou como seria os seis passos do filme, tiramos todas as dúvidas. discutimos um pouco mais sobre o texto do Moran. Definimos que a apresentação seria avaliada de duas formas: pelo arquivo em Power Point e pela apresentação oral. Cada grupo terá 15 minutos e todos elementos do grupo devem apresentar.
Aproveitei bastante essa aula, a professora Katya me ajudou na recuperação do meu endeço do meu blog, ufa! achei que tinha de criar um novo blog, ainda bem que existe a professora Katya.
Me senti ótima nessa aula, bem a vontade. E o melhor de tudo é que meu conhecimento tem tido avanços consideravéis...

domingo, 27 de abril de 2008



9ª aula

A aula de hoje foi muito construtiva, discutimos um pouco sobre o texto do Moran, onde ele fala que a sociedade está mudando nas suas formas de organizar-se.
Assistimos alguns trechos dos filmes The Wall, e do Charle Chaplin "tempos Modernos", muito legal. Podemos relacionar com o filme o sorriso de mona lisa "ver a tecnologia como Katarine via a arte.
Também discutimos sobre os 6 passos que será feito em grupo de "qualquel" filme a escolha ficou a critério dos grupos, temos que escolhermos e postarmos. Achei super interessante essa idéia, nas considerações finais temos que traze uma proposta de como trabalhar o filme escolhido na sala de aula.
Me sentir muito bem, agora estou mais a vontade nas aulas de tecnologia. A professora é super atenciosa, está sempre pronta para tirar qualquer dúvida!!!!

sábado, 26 de abril de 2008



ANÁLISE DO FILME O SORRISO DE MONA LISA

Ficha Técnica


Título Original: Mona Lisa Smile


Título da Tradução Brasileira: O Sorriso de Mona Lisa


Ano: 2003


Diretor: Mike Newell


Duração do Filme: 117 minutos


Gênero: Drama


Origem: Estados Unidos


Elenco:
Julia Roberts (Katharine Watson)
Kirsten Dunst (Betty Warren)
Julia Stiles (Joan Brandwyn)
Maggie Gyllenhaal (Giselle Levy)
Ginnifer Goodwin (Connie Baker)
Dominic West (Bill Dunbar)
Juliet Stevenson (Amanda Armstrong)
John Slattery (Paul Moore)
Marcia Gay Harden (Nancy Abbey)
Topher Grace (Tommy Donegal)
Laura Allen (Susan Delacorte)
Marian Seldes (Presidente Jocelyn Carr)
Terence Rigby (Dr. Edward Staunton)
Donna Mitchell (Sra. Warren)
Jorda Bridges (Spencer Jones)
Ebon Moss-Bachrach (Charlie Stewart)
Taylor Roberts (Louise)

Síntese do Filme


O que trata?


Sobre uma professora de História da Arte em uma das mais conceituadas universidades americanas, a Wellesley.

Sobre o que é?


Aborda um envolvente drama sobre o desejo de uma mulher de enriquecer a vida de suas alunas.

Síntese Temática


O que é possível explorar?


A rigidez da época, a falta de futuro profissional de mulheres que poderiam ser brilhantes em qualquer área que quisessem seguir mas invariavelmente saiam dali apenas para o casamento.
Quais as questões possíveis?
Podemos ver que o professor é capaz de nos dar conhecimento não só na sala de aula.

Objetivos


A serem atingidos


Retrata claramente o sexismo onde, até hoje, existem mulheres submissas aos homens. Mas “muita coisa mudou, que bom."
Análise e Fundamentos
Conceitos e termos abordados
É um filme que consegue expressar a total idéia da mulher na década de 50. A luta da mulher pra se libertar dos costumes, opressões e discriminação aos setores gerais da sociedade!

quinta-feira, 10 de abril de 2008

7ª aula




Hoje a aula foi um pouco diferente. Fomos para o auditório assistir ao filme "O Sorriso de Monalisa", com direito a pipoca e tudo hum que delicia... Um filme lindo. E também será trabalhado nas disciplinas de Arte, Ética e Prática de Ensino.
Ao chegar no novo trabalho, a professora Katherine logo entende que todas suas alunas são mais do que apenas inteligentes e esforçadas. Entra, então, a função primordial de um bom educador, ensinar a pensar. E este passa a ser o principal intuito de Katherine, depois de perceber que a maioria das meninas ali tem enorme potencial, mas o jogariam fora se casando e vivendo a servidão.
Encomtrou muitas dificuldades, mas consegui alcançar seus objetivos.
A professora Katya pediu para relacionarmos o filme "O Sorriso de Monalisa" com o texto do Moran, estou tendo dificuldades.
Em relação ao filme me senti muito a vontade.

quarta-feira, 12 de março de 2008

6ª aula
Começamos a 6ª aula com uma visitinha no blog fasbpeda2008.blogspot.com, muito legal :) postei algumas coisas no meu blog. A professora pediu que deixassemos comentários no blog, eu ainda não deixei, mas pode ter certeza que vou deixar...
Hoje a conexão estava muito lenta, isso atrapalhou um pouco o nosso rendimento, não deu para digitarmos quase nada.
A professora pediu uma reflexão inicial sobre o texto do Moran, deixou algimas perguntas.
Preciso ler esse texto mais uma vez, não endendi muito os objetivos. Me senti bem na aula.

5ª aula
Nesta 5ª aula aprendi uma coisa muito interessante tivi a oportunidade de fazer um mapa conceitual, mapearmos nosso conhecimento inicial sobre Tecnologia e Educação. Eu não sabia fazer, tive algumas dificuldades em associar as palavras, mesmo assim eu fiz não sei se ficou certo, mas tentei. Dentro desse contexto uma palavra puxa outra.
Agora estou me sentindo bem melhor nas aulas, em relaçao a discipliana, aos colegas, enfim estou me adaptando ao horário noturno.
Comecei a ler o texto do Moran.

terça-feira, 11 de março de 2008

  • P.S- Neste momento digo que estou tendo experiências ótimas com o blog, e com resultados positivos. A maior dificuldade é, a de manter sempre o blog atualizado o que nem sempre se mostrou tarefa fácil, mas que com um pouco de esforço vou conseguindo, umas vezes mais outras menos.

segunda-feira, 10 de março de 2008

4ª aula
Esta aula foi muti significativa para mim, porque aprendi a criar blog. Criei o meu ficou muito legal, coloquei um papel de parede da sininho, e logo depois comecei a postar as minhas anotações.
Naõ tive dificuldades nenhuma, gostei bastante de ficar "navegando" pela internet, de aprender coisas novas.
Me senti ótima nessa aula, acho que tem acrescentado no meu conhecimento. MUITO BOM!!!! :)

Análise da música "pela internet"
O cantor, compositor e Ministro da Cultura Gilberto Gil, compositor da música "pela internet" é uma letra aparentemente ingênua, a composição consegue sintetizar a essência do que é vivido na internet. Como se pode observar a música ao mesmo tempo que está trazendo uma tecnologia, traz também o tradicional.
A música fala da capacidade de ir a qualquer canto do mundo, em segundos, é uma das possibilidades mais fascinantes da internet – tanto que reforça aquele bordão de conhecer o mundo sem sair de casa.
Ao finalizar diz que a explicação da conectividade de ligar pessoas do mundo inteiro, seja através dos cabos ou do sinal digital é uma revolução da tecnologia.

Redação "Eu e a Tecnologia"
As tecnologias de comunicação estão provocando grandes mudanças em nossas vidas. Com a internet podenos comunicar-mos com o mundo inteiro, enviar e recer e-mail e tantas outras facilidades. A tecnologia ajuda-nos muito, se soubermos usá-la.
Além disso, posso ter acesso a centros de pesquisas, às grandes bibliotecas, aos colegas de profissão, a inumeros serviços. Podemos até fazer compres de supermecado, em shopping, isso tudo no conforto da minha casa.
Eu tenho algumas dificuldades de acompanhar esse avanço tecnologico, as coisa mudam muito rápido, hoje lança um modelo de celular, quinze dias depois já lançaram um outro modelo e assim acontece com vários aparelhos, e tantas outras coisas. Com as notícias que acontece lá do outro lado do mundo, agente fica sabendo em questão de minutos.
Acredito que a tecnologia ajuda muito na aréa da saúde, em pesquisas... mas por outro lado prejudica o convívio familiar, as pessoas estão muito desumanas, afastadas umas das outras. Ficam o dia inteiro em frente de uma máquina, ao invés de interagir com outro.

sábado, 8 de março de 2008



3ª aula


Hoje estava chovendo muito, não consegui chegar à faculdade, São Bernardo virou um caos. Os poucos alunos que conseguiram chegar falaram que a professora Katya comentou um pouco mais sobre a música "pela internet", aprofundando um pouco mais o vocabulário na wikipédia, e quem não tinha e-mail criou um. e pediu para escrevermos sobre: o Diário de Aprendizagem (as anotações da aula), uma análise da música "Pela Internet"; e ler o texto "Globalização e Qualidade de Vida" de Mário Sérgio Cortella ( que está disponível na copiadora).




quinta-feira, 6 de março de 2008

2ª aula

É oportuno lembrar que a 2ª aula criamos um e-mail no gmail, quem já tivesse não precisa abrir um outro, eu como não tinha conta no gmail, criei uma. Foi uma aula produtiva, escrevemos as nossas expectativas no word. Além disso ouvimos a música do Gilberto Gil "pela internet", muito interessante uma música que faz analogia entre o tradicional e a tecnologia. Não tive nenhuma dificuldade nessa aula adorei!!!
Me senti bem melhor do que na prineira aula, aos pouco vou me adaptando ao horário e a disciplina.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

A primeira aula de Tecnologia da Educação foi legal, a professora Katya Garabetti se apresentou, e pediu para que nós apresentasse o o amigo que estivesse ao nosso lado, uma dinâmica interessante que ajudou a interação com toda a turma.
A professora pediu para escrevermos as nossas expectativas em relação a disciplina. uma das minhas expectativas é de como posso usar a tecnologia para melhorar o meu conhecimento na disciplina, e quais os objetivos dessa disciplina

Me senti um pouco deslocada nessa primeira aula, porque não conheço quase ninguém, são os primeiros dias de aula que estou no período noturno, eu estudava no período matutino. Nesse sentido estou começando um período de adaptação.

 
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